domingo, 14 de junho de 2026

14/06/26: Ernesto Che Guevara, 98 anos. Sempre presente!


Lendo Goethe

HASTA LA VICTORIA SIEMPRE, COMANDANTE CHE!

Ernesto Che Guevara completaria hoje, 14 de junho de 2026, 98 anos de idade. 

Com a futura esposa
Aleida March, em 1958

Che se tornou no século vinte uma referência mundial de ser humano que se dedica às causas coletivas e das classes trabalhadoras oprimidas e exploradas no mundo. 

Eduquem as crianças
no espírito de Che

Ao conhecer a realidade dos povos das Américas ainda jovem, Che se engajou de corpo e alma nas lutas de libertação e independência de povos subjugados em relação a países imperialistas e elites locais. 

Che com o menino e Fidel

Companheiro de Fidel Castro durante a Revolução Cubana, partiu de Cuba para lutar pela libertação de mais povos e países, falecendo na Bolívia em outubro de 1967. 

Che com Fidel Castro
e Camilo Cienfuegos

Um grande guerreiro revolucionário que sonhou com homens e mulheres com novas ideias e concepções para além do modelo de exploração capitalista.

Com Raúl Castro, que 
completou 95 anos

As imagens que posto aqui em homenagem ao revolucionário Che Guevara são de minhas viagens a Cuba.

Ser humano
sensível e
de afetos

São reproduções a partir das imagens oficiais do herói cubano, disponíveis em locais públicos e turísticos em Havana e em Santa Clara, onde estão os restos mortais do guerrilheiro revolucionário Che Guevara.

No memorial do Che

Neste ano de 2026, estivemos no Mausoléu de Che Guevara e seus companheiros com uma caravana solidária de 22 brasileiras e brasileiros.

Caravana solidária a Cuba

Ao estudar a história do ser humano Ernesto Guevara, que se tornaria o Che que lutou ao lado de seus companheiros e companheiras, vamos percebendo o grande homem que sempre foi.

Estátua do Che com o menino.
Sede do partido, em Santa Clara.

Um homem justo, sensível, que lia muito, gostava de poesia, das coisas simples da vida, e de gente, uma referência humana a todos nós que lutamos por um mundo mais justo e solidário.

Hasta la victoria siempre, Comandante Che!


William Mendes

14/06/26

Instantes (1º/05/19): As palmeiras do Calçadão de Osasco



CALÇADÃO DE OSASCO EM 2019

Ao rever fotos antigas, acabei encontrando imagens do antigo Calçadão de Osasco, antes da reforma (deforma) que eliminou as palmeiras que haviam no local.


As fotos são do dia das trabalhadoras e trabalhadores, 1º de maio, cujo ato unificado daquele ano foi realizado pelas centrais sindicais no Vale do Anhangabaú (São Paulo), que por sinal fica pior a cada reforma realizada também.


O Calçadão de Osasco era uma alameda com palmeiras que davam um charme na paisagem central da cidade. 


A reforma foi anunciada prometendo manter as palmeiras e revitalizar a estrutura com pisos permeáveis, equipamentos novos como bancos e áreas para as pessoas transitarem em segurança etc.


Infelizmente, cortaram todas as palmeiras e a reforma colocou no lugar uma estrutura de vidro sem nada de verde na paisagem.


É triste a forma como os governos locais tratam as nossas cidades e o nosso meio ambiente. Ficam as lembranças das palmeiras do Calçadão de Osasco.

William

14/06/26

terça-feira, 9 de junho de 2026

Livros finalizados (5)

Quando era adolescente, nos anos oitenta, li O chefão (1969), de Mario Puzo. Eu morava no bairro Marta Helena, em Uberlândia. O mundo ser dominado por máfias e gangues era algo meio "normal". Um absurdo, evidentemente, mas normalizavam tudo, como hoje. 

28/02/2021

Voltei a ler o clássico de Mario Puzo em 2021, antes de rever os três filmes baseados na obra do escritor, filmes dirigidos por Francis Ford Coppola. Um livrão! Comentário sobre a leitura aqui.

22/02/2021

Um clássico inesquecível, marcante, atemporal.

William

09/06/26

Livros finalizados (4)

O livro do escritor tcheco Franz Kafka O processo abordou uma situação absurdamente ilógica e impensável na vida de um cidadão comum em uma sociedade qualquer. Completei a leitura duas vezes, a segunda delas relendo a obra durante absurdos ocorridos no Brasil e com brasileiros. Comentário da leitura aqui.

17/02/2021

O clássico de Gustave Flaubert Madame Bovary foi um daqueles livros que achei que nunca terminaria a leitura iniciada. Foram quase duas décadas entre a primeira tentativa e a realização da leitura. Isso acontece com enredos famosos dos quais conhecemos a resolução da história. Ler aqui o comentário.

19/02/2021

É melhor ler do que não ler os clássicos. Acho perfeito o ensinamento do mestre Italo Calvino.

William

09/06/26

domingo, 7 de junho de 2026

Livros finalizados (3)

Adquiri o livro de Julio Cortázar numa viagem que fizemos a Buenos Aires. Comprei alguns volumes de livros do escritor argentino numa banca de revistas. Este que finalizei tem contos famosos e muito bons. Comentário disponível aqui.

08/01/21

O livro do escritor brasileiro, José J. Veiga, li duas vezes: em 2018, já sentindo que viveria num cenário brasileiro típico das narrativas do escritor goiano, e em 2021, em plena pandemia de vírus e de bolsonarismo. Um mundo de Vasabarros... (comentário aqui)

17/01/21

Narrativas fantásticas que se confundiam com a realidade fantasmagórica que vivíamos no Brasil.

William

07/06/26

sexta-feira, 5 de junho de 2026

Livros finalizados (2)

O ano de 2021 foi inesquecível para muitos de nós, cidadãos do Brasil e do mundo. O ano das mortes causadas pela Covid-19 num país dominado por um governo fascista inepto. Isolado em casa, li muito neste ano. 

23/12/2020

01/01/2021

No isolamento e na solidão, li dezenas de livros em 2021, enquanto sofria ao ver as mortes do nosso povo pela Covid-19 e por causa do governo Bolsonaro.

Comentário sobre o livro aqui.

William

05/06/26

Livros finalizados (1)

Ao rever fotos em nuvens de memórias das big techs, em meus perfis que já atingiram o limite gratuito de espaço, vejo fotos de livros lidos em algum momento do passado. 

01/10/2021

Gostei do livro do Riede, além de escrever muito bem, o tema tratado por ele é muito relevante. 

04/10/2021

Imaginem só, fui ler Alice no país das maravilhas aos 52 anos de idade, e no pior momento do país, no desgoverno Bolsonaro.

Demorou, mas conheci esse clássico de Lewis Carroll.

William 

05/06/26