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quarta-feira, 9 de setembro de 2026

09/09/92: Aniversário de Comunidade BB



09/09/92: Aniversário de Comunidade BB

Desde sempre, na luta pelos direitos da classe trabalhadora e por um país mais justo e solidário. Por isso, faço o L e apoio a eleição do presidente Lula 13 e as candidaturas progressistas. 

Em SP, voto e peço votos a:

Luna Zarattini 1302

Marcolino 13310

Marina Silva 180

Simone Tebet 400

Fernando Haddad 13

sábado, 11 de abril de 2026

Instantes (julho/2017) - Amapá



AMAPÁ, 2017

Estive em Macapá, capital do Amapá, quando era diretor de saúde da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil. A Cassi tinha uma unidade administrativa em cada Estado e uma unidade de atendimento em saúde - CliniCASSI - em todas as capitais para atender à população assistida e executar o modelo de Estratégia de Saúde da Família (ESF).

Nesta visita ao Estado no ano de 2017, participei da 2ª Conferência de Saúde da Cassi, fui palestrante no encontro. Também me reuni com os conselheiros de usuários, com os gestores e funcionários do BB, com os trabalhadores da Cassi e com os dirigentes do Sindicato dos Bancários.

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MARCO ZERO DO EQUADOR


O turista que vai a Macapá não pode deixar de visitar o Marco Zero do Equador. 


É possível colocar os pés em posições tais que a pessoa estará com um pé no Hemisfério Norte e outro no Hemisfério Sul.


Também tem um certo dia do ano nos equinócios em março e setembro que o Sol fica exatamente em cima da linha do equador, igualando dia e noite.


O Marco Zero é um local especial para se ver os equinócios no Brasil.


Vale a pena visitar Macapá e conhecer a cultura do povo amapaense.

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RIO AMAZONAS EM MACAPÁ


A única capital brasileira banhada pelo Rio Amazonas é Macapá.


Estar diante do Rio Amazonas é uma sensação prazerosa.

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FORTALEZA DE SÃO JOSÉ DE MACAPÁ


A estrutura da fortaleza está bem preservada e isso é motivo de se comemorar, pois o Brasil não tem cultura de valorização de sua história.


A fortaleza é imponente e ocupa uma área central na cidade.


A fortificação começou a ser construída em 1764 e por se tratar de uma construção do século XVIII está bastante conservada.


As primeiras reformas datam dos anos quarenta do século XX e a fortaleza foi tombada pelo Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN) em março de 1950.


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SINDICATO DOS BANCÁRIOS


Sede do Sindicato dos Bancários do Amapá, onde sempre fui recebido de forma fraterna pelos companheiros e companheiras cutistas.


A sede do Sindicato tem uma boa estrutura para receber a categoria bancária e demais movimentos políticos e sociais.


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POVO CRIATIVO O AMAPAENSE


Por toda a cidade podemos ver a criatividade do povo amapaense.


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A CASSI E A CLINICASSI AMAPÁ EM 2017


À época, estávamos fortalecendo o modelo de Estratégia de Saúde da Família (ESF), um dos modelos de atenção primária. As equipes de família atuam para vincular os participantes ao modelo, gerando confiança na Cassi e evitando-se idas desnecessárias às redes credenciadas, protegendo os participantes e reduzindo as despesas assistenciais nos prestadores da rede.

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Visitem o Amapá, nosso país é muito diverso, cheio de cultura e história.

William

11/04/26

sexta-feira, 31 de outubro de 2025

Instantes da vida (18)


One WTC

NOVA YORK - EUA

Fui aos Estados Unidos a trabalho em dezembro de 2013. O movimento sindical brasileiro estava compartilhando experiências e apoiando a classe trabalhadora norte-americana para organizar um sindicato da categoria bancária.

Ruas de Nova York

O sindicalismo brasileiro tem uma experiência única no setor financeiro porque após décadas de organização conseguimos estabelecer uma Convenção Coletiva de Trabalho que vale para diversos bancos e regiões do Brasil, com direitos unificados. A Central Única dos Trabalhadores (CUT) fez parte dessa história vitoriosa.

Manifestação contra banqueiros em Nova York

Os bancários se organizaram dentro da CUT como um departamento logo após a criação da central sindical em 1983. Com a criação do DNB/CUT entre 1985/86, e com uma greve histórica em 1985, os trabalhadores iniciaram uma jornada de unidade que avançaria em uma confederação em 1992 (CNB/CUT) e depois na Contraf-CUT, em 2006, organizando todos os trabalhadores do ramo financeiro.

Casa para todos! Bancos foram socorridos,
e os trabalhadores perderam suas casas

Foi por causa dessa experiência sindical que estivemos naquele momento nos Estados Unidos somando com os trabalhadores do ramo financeiro de lá. Eu era o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), que assessora a Confederação e o Comando Nacional dos Bancários nas negociações nacionais com os bancos e governo.

BB tinha agências nos EUA

O BB tinha operações e trabalhadores nos Estados Unidos e nós havíamos firmado um Acordo Marco entre o banco público, a Contraf-CUT e a UNI Américas Finanças que estabelecia direitos mínimos e respeito aos direitos trabalhistas em qualquer lugar onde o BB tivesse operações. Isso foi importante para lutarmos por direitos aos bancários de outros países como Argentina, Paraguai e EUA naquele período 2013/3014.

Nova-iorquinos nas ruas em luta

Nova York

Além das questões de organização dos trabalhadores bancários, também participamos ativamente das lutas reivindicatórias do povo norte-americano daquele momento.

Povo reivindicando nas ruas de Nova York

A população de Nova York estava vivendo dias de festa porque as eleições municipais daquele fim de ano de 2013 haviam definido como prefeito o democrata Bill de Blasio, considerado um político progressista. Além disso, o presidente Barack Obama estava no primeiro ano de seu segundo mandato.

Que se danem os bancos! E o povo?

A classe trabalhadora do mundo vivia as consequências do crash de 2008/09, conhecido como crise do subprime, e o povo norte-americano estava perdendo suas casas e sendo despejado, enquanto os bancos foram salvos pelo governo.

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Com o companheiro Carlão, à época
presidente da Contraf-CUT

Em resumo, é isso que fui fazer nos Estados Unidos em dezembro de 2013 e depois no início de 2014, quando voltamos para seguir com nossa cooperação na criação de um sindicato da categoria bancária.

William

segunda-feira, 30 de junho de 2025

Instantes da vida (15)


6h18.

ALVORADA EM OSASCO (16/07/16)

Naquele sábado, acordava para um fim de semana com a família em Osasco. Morava em Brasília, onde trabalhava.

6h30.

Estava em um hotel, vendo o nascer do sol.

6h54.

O ano de 2016 foi um ano muito desafiador.

6h56.

Como parte de meu planejamento político no trabalho, visitei os 26 estados brasileiros. Foi uma grande experiência contatar todas as bases sociais da autogestão na qual era diretor eleito.


Fiz o que tinha que ser feito.

William Mendes


terça-feira, 27 de maio de 2025

Instantes da vida (14)


27/06/17.

VISTO A CAMISA DA CASSI

Quando cheguei eleito à gestão da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil decidi que continuaria vestindo a camisa do movimento ou organização à qual pertencia. 

Por muitos anos vesti a camisa da Central Única dos Trabalhadores (CUT), de entidades sindicais da categoria bancária e do Partido dos Trabalhadores (PT). Não seria diferente na Cassi.

Por quatro anos, meu uniforme de diretor de saúde da Cassi foram minhas camisas da Cassi.

William


segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Lembranças - Macapá (AP)

Marco Zero do Equador, Macapá (AP).

O Amapá é um dos 26 Estados brasileiros. Está localizado na região Norte do país e tem uma característica peculiar: por ele passa a linha do Equador. Outra característica fantástica: sua capital Macapá é banhada pelo Rio Amazonas. Macapá tem apelidos como "Joia rara da Amazônia" e "Capital do meio do mundo". A população do Estado é de cerca de meio milhão de pessoas. 

Rio Amazonas, Macapá (AP).

Cumprimos 3 agendas de saúde no Estado do Amapá ao longo de nosso trabalho de gestor em saúde, entre os anos de 2014 e 2018. A população local vinculada à autogestão em saúde dos funcionários do Banco do Brasil era de aproximadamente 1.400 pessoas em 2017. Nosso mandato eletivo foi pautado por atuar muito próximo às bases sociais que representávamos.

Em 2015, para participar da
1ª Conf. de Saúde da Cassi.


Tivemos a felicidade de contribuir com o apoio necessário para que o Conselho de Usuários da Cassi fosse instalado no Estado em 2015. Outra felicidade que tivemos foi participar das duas primeiras conferências de saúde na autogestão para os amapaenses, em 2015 e 2017. Também pudemos inaugurar a nova sede da Caixa de Assistência no Estado, nas dependências da AABB Amapá.

Unidade Cassi e CliniCassi no Amapá.

As instituições públicas e coletivas e o Estado são muito importantes na vida da ampla maioria dos cidadãos brasileiros, principalmente de regiões como aquela onde se localiza o Amapá. Bancos públicos como o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal poderiam contribuir para o desenvolvimento do Amapá e de sua população em todas as dimensões sociais. 

Fortaleza de S. José de Macapá.

Após o golpe de Estado em 2016, os bancos públicos vêm sendo sucateados e estão perdendo sua capacidade de ajudar os brasileiros (além do risco de privatização), e seus trabalhadores estão sofrendo absurdamente e com isso aumentam os riscos de adoecimento. A drástica redução de direitos sociais afeta mais ainda as populações de Estados como o Amapá.

Marco Zero do Equador, Macapá.

O Sistema Único de Saúde também sofre uma de suas piores crises por causa da redução de recursos que os golpistas aplicaram com a trágica EC 95 (congelamento por 20 anos), aprovada pelos golpistas no mesmo ano em que acabaram com a democracia no Brasil, em 2016.

Uma das torres da Fortaleza de
S. José de Macapá.


É nesse cenário de retrocessos para o povo brasileiro que ocorre uma das maiores tragédias humanitárias no Estado do Amapá desde o dia 3 de novembro de 2020. A população do Estado está sem energia elétrica, sem água, sem comida, e quase sem a solidariedade das autoridades competentes. Felizmente contam com os técnicos da Eletrobras para tentar retomarem a normalidade na distribuição de energia.

Maquete da Fortaleza de S. José, um dos
cartões postais de Macapá (AP).

Em pleno século XXI, um apagão já dura mais de 3 semanas e o problema não é resolvido por omissão do governo federal, o pior do planeta, e porque a distribuição de energia elétrica foi privatizada e as consequências são aquelas que nós já conhecemos: os lucros ficam com os felizardos que ganharam a coisa pública e os prejuízos ficam para o povo.

Pôr do sol no Rio Amazonas,
em Macapá, Amapá.


Deixo aqui a minha solidariedade a toda população amapaense, em especial aos colegas da comunidade Banco do Brasil, comunidade a qual pertencemos e que dedicamos boa parte de nossa vida na organização e luta por direitos e por uma vida melhor. Todo apoio aos movimentos e entidades representativas de trabalhadores, como sindicatos, associações e o Conselho de Usuários da Cassi.

Sede do Sindicato dos Bancários do Amapá.

Estamos na torcida para que tudo se resolva o mais brevemente possível e que as brasileiras e brasileiros do Amapá voltem a receber a energia elétrica e apoio do Estado, apoio tanto financeiro quanto estrutural.

William

23/11/20

sábado, 21 de novembro de 2020

Lembranças - Porto Alegre (RS)


Vista panorâmica de Porto Alegre.

Em 30 de julho de 2014 estive em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, para participar da reunião do Conselho de Usuários da Cassi, um fórum de saúde voluntário de pessoas vinculadas ao funcionalismo do Banco do Brasil, conselheir@s que dedicam parte de suas disponibilidades de tempo em benefício das causas coletivas de saúde. Uma escola de solidariedade.

Catedral Metropolitana de Porto Alegre.

Na época, eu recém começava um mandato eletivo de diretor de saúde da maior autogestão do país, a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil. Eu tinha um compromisso com os associados da ativa e aposentados e trabalhadores do banco: fazer um mandato muito próximo às bases. Fortalecer os Conselhos de Usuários era uma das diretrizes da área pela qual eu era responsável.

Porto Alegre me lembrou a selva de pedra paulistana.

Cumpri esse princípio de não me afastar dos trabalhadores e de suas entidades representativas rigorosamente ao longo de 4 anos. Isso me custou muito porque tentaram me impedir durante os mesmos 4 anos, mas estive com os participantes da Cassi durante todo o mandato. São boas lembranças.


Guardo boas lembranças dos trabalhadores de Porto Alegre e região. Neste momento de eleições municipais, torço para que o povo tenha consciência política e eleja Manuela d'Ávila prefeita em 2020. Boa sorte, Manu!

William