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sábado, 28 de fevereiro de 2026

Sindicato dos Bancários de Brasília



SINDICATO CIDADÃO

Ao visitar a sede do Sindicato dos Bancários de Brasília, fiquei encantado com a estrutura e acolhimento da casa do trabalhador bancário.


Os ambientes são feitos para receber os trabalhadores da melhor forma possível.


A estrutura sindical, conta com secretarias, salas de reunião, auditórios, salas de atendimento aos bancários, áreas para almoço e café, além de estúdios de comunicação.


O Teatro dos Bancários é uma estrutura de cultura extraordinária! Após a recente reforma, a acústica ficou ainda melhor. São mais de quatrocentos lugares.


A cada gestão cutista do Sindicato dos Bancários de Brasília, vemos avanços de direitos para os associados e o conjunto da sociedade, pois a direção adota o conceito de Sindicato Cidadão.

Aceitam uma água em filtro de barro?

Parabéns para as bancárias e bancários da capital federal por terem um Sindicato com uma direção atuante e cuidadosa com o patrimônio da categoria.

Estivemos no BB Sede IV,
conversando com os bancários

Estive nesses dias em Brasília conversando com os colegas do Banco do Brasil em apoio a Chapa 1, a Chapa das/os Bancárias/os - Responsabilidade e Compromisso com Você, liderada pelo companheiro Rodrigo Britto, do BB.


O pessoal da Chapa 1, que conjuga experiência e renovação, trabalhou muito na representação dos bancários e simboliza a UNIDADE nacional. Por isso, pedimos o voto e apoio aos associados do Sindicato.

William Mendes

28/02/26


Post Scriptum: a Chapa 1 venceu as eleições em Brasília. Desejo uma boa gestão aos companheiros.

sexta-feira, 31 de outubro de 2025

Instantes da vida (18)


One WTC

NOVA YORK - EUA

Fui aos Estados Unidos a trabalho em dezembro de 2013. O movimento sindical brasileiro estava compartilhando experiências e apoiando a classe trabalhadora norte-americana para organizar um sindicato da categoria bancária.

Ruas de Nova York

O sindicalismo brasileiro tem uma experiência única no setor financeiro porque após décadas de organização conseguimos estabelecer uma Convenção Coletiva de Trabalho que vale para diversos bancos e regiões do Brasil, com direitos unificados. A Central Única dos Trabalhadores (CUT) fez parte dessa história vitoriosa.

Manifestação contra banqueiros em Nova York

Os bancários se organizaram dentro da CUT como um departamento logo após a criação da central sindical em 1983. Com a criação do DNB/CUT entre 1985/86, e com uma greve histórica em 1985, os trabalhadores iniciaram uma jornada de unidade que avançaria em uma confederação em 1992 (CNB/CUT) e depois na Contraf-CUT, em 2006, organizando todos os trabalhadores do ramo financeiro.

Casa para todos! Bancos foram socorridos,
e os trabalhadores perderam suas casas

Foi por causa dessa experiência sindical que estivemos naquele momento nos Estados Unidos somando com os trabalhadores do ramo financeiro de lá. Eu era o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), que assessora a Confederação e o Comando Nacional dos Bancários nas negociações nacionais com os bancos e governo.

BB tinha agências nos EUA

O BB tinha operações e trabalhadores nos Estados Unidos e nós havíamos firmado um Acordo Marco entre o banco público, a Contraf-CUT e a UNI Américas Finanças que estabelecia direitos mínimos e respeito aos direitos trabalhistas em qualquer lugar onde o BB tivesse operações. Isso foi importante para lutarmos por direitos aos bancários de outros países como Argentina, Paraguai e EUA naquele período 2013/3014.

Nova-iorquinos nas ruas em luta

Nova York

Além das questões de organização dos trabalhadores bancários, também participamos ativamente das lutas reivindicatórias do povo norte-americano daquele momento.

Povo reivindicando nas ruas de Nova York

A população de Nova York estava vivendo dias de festa porque as eleições municipais daquele fim de ano de 2013 haviam definido como prefeito o democrata Bill de Blasio, considerado um político progressista. Além disso, o presidente Barack Obama estava no primeiro ano de seu segundo mandato.

Que se danem os bancos! E o povo?

A classe trabalhadora do mundo vivia as consequências do crash de 2008/09, conhecido como crise do subprime, e o povo norte-americano estava perdendo suas casas e sendo despejado, enquanto os bancos foram salvos pelo governo.

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Com o companheiro Carlão, à época
presidente da Contraf-CUT

Em resumo, é isso que fui fazer nos Estados Unidos em dezembro de 2013 e depois no início de 2014, quando voltamos para seguir com nossa cooperação na criação de um sindicato da categoria bancária.

William

terça-feira, 27 de maio de 2025

Instantes da vida (14)


27/06/17.

VISTO A CAMISA DA CASSI

Quando cheguei eleito à gestão da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil decidi que continuaria vestindo a camisa do movimento ou organização à qual pertencia. 

Por muitos anos vesti a camisa da Central Única dos Trabalhadores (CUT), de entidades sindicais da categoria bancária e do Partido dos Trabalhadores (PT). Não seria diferente na Cassi.

Por quatro anos, meu uniforme de diretor de saúde da Cassi foram minhas camisas da Cassi.

William


segunda-feira, 31 de março de 2025

30 de março - Sem anistia pra golpista!



ATO CONTRA ANISTIA PARA OS GOLPISTAS

O domingo, 30 de março de 2025, foi dia de luta e comemoração ao mesmo tempo. 


Foi dia de gritar "Sem anistia pra golpista!" no ato na Praça Oswaldo Cruz e comemorar o indiciamento do inominável que tanto mal fez ao país.


As pessoas foram chegando no início da tarde para somar vozes e expressões em busca de justiça e democracia de verdade.


É lindo demais ver gerações diversas unidas na mesma jornada de lutas contra a impunidade dos canalhas fascistas e golpistas que tentam livrar a cara de Jair Bolsonaro e outros bolsonaristas.

Com o companheiro Robinho.

A região da Avenida Paulista se transformou numa maré vermelha e num desfile de bandeiras e cartazes criativos pedindo o julgamento e prisão daquela figura desprezível que ocupou a presidência do Brasil de forma vil.


Após o ato na Praça Oswaldo Cruz, a massa vermelha e colorida desceu até a antiga sede do DOI-Codi, local usado para torturar e matar cidadãs e cidadãos brasileiros durante aquela ditadura infame que vivemos entre 1964 e 1985.


É difícil descrever para uma pessoa que nunca participou de uma manifestação como as nossas a sensação incrível que é ver milhares de lutadoras e lutadores pelas causas populares cantando e se expressando. É lindo demais!


Durante a atividade de luta, encontrei diversas companheiras e companheiros que dividiram piquetes de greves e grandes mobilizações sindicais em nossa história de campanhas salariais dos bancários.

Companheiras Deise, Dulce e Elisete.

Temos que ocupar as ruas com mobilizações nacionais como essa que cobra justiça e não aceita a impunidade da camarilha fascista que planejou não só instalar nova ditadura no país como planejou a morte do presidente Lula.


Foi um dia marcante e fico feliz por ter participado dessa manifestação.

William Mendes


terça-feira, 10 de dezembro de 2024

Instantes da vida (11)



ATO NACIONAL PELA DEMOCRACIA

Nesta terça-feira, 10/12/24, participei de mais uma manifestação popular na Avenida Paulista, em São Paulo.


O ato nacional foi convocado pelas centrais sindicais e por organizações de luta da sociedade civil em um dia importante do calendário mundial: o Dia dos Direitos Humanos, instituído em 1950.


Na pauta unificada de lutas, bandeiras importantes foram reafirmadas nas manifestações feitas no ato por diversas lideranças populares


- Sem anistia para golpistas

- Garantia de investimentos na saúde e na educação sem redução de gastos

Os cartazes "oficiais" esqueceram do ataque ao BPC, mas o compa Kenzo cobrou!

- Não à escala 6x1 e redução da jornada de trabalho, sem redução de salários

- Valorização do salário mínimo e das aposentadorias


- Contra o genocídio da juventude negra

- Contra o PL do estupro

- Redução da Taxa de Juros

- Taxação dos ricos


A tomada do espaço público pelo privatistas está se tornando algo insustentável e insuportável para o povo paulistano, paulista e brasileiro. 

Agora é "vão NÃO livre do MASP".

Os governantes de merda da cidade e do Estado de São Paulo estão entregando tudo para seus "parças". Agora, nem o vão livre do MASP pode ser ocupado pelo povo. Já era!

Companheiro Edvaldo, sempre nas ruas!

O final de tarde paulistano estava nublado e chuvoso, e mesmo assim a militância seguiu firme no ato até seu final.


Revi amig@s e companheir@s do movimento de lutas da classe trabalhadora.

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LULA

Estamos todos na expectativa da rápida recuperação de nosso presidente Lula, que passou por uma cirurgia no crânio no dia de hoje para retirar um coágulo.

É isso!

William Mendes

sexta-feira, 6 de dezembro de 2024

Instantes da vida (10)



LUTA PELA REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO

No mês de novembro de 2024, no feriado do dia 15, tivemos a boa participação das massas populares nas mobilizações relativas à luta pela redução da jornada de trabalho no Brasil. Em São Paulo, nos reunimos na Avenida Paulista. O ato foi bom e importante para a agenda de nossa classe trabalhadora.


JORNADA DE TRABALHO NO BRASIL

Formalmente no Brasil, a jornada de trabalho é regulada pela Constituição Federal de 1988 e pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) de 1943. 



A CF reduziu em 1988 a jornada máxima de trabalho de 48 para 44 horas semanais, com jornadas diárias máximas de 8 horas, podendo-se fazer até 2 horas-extras. As convenções e acordos coletivos de trabalho definem o funcionamento da jornada nas principais categorias profissionais organizadas. 



O "embate" entre patronado e sindicatos se dá para garantir o descanso nos finais de semana.



Categorias com tradição e organização conseguem definir alguma coisa melhor que a jornada 6x1 como a convenção coletiva dos bancários, com jornada semanal de 30 horas, de segunda a sexta-feira. 



Evidente que a luta de classe entre patrão e trabalhador nunca para e os banqueiros burlam de todas as formas possíveis a jornada bancária. Muitas vezes só se acertam os abusos de jornadas que não cumprem a convenção na justiça do trabalho.



Em geral, a escala 6x1 faz com que os trabalhadores nunca descansem nos finais de semana e, além disso, é comum o adoecimento das pessoas em jornadas como essas. Exemplos não faltam, são praticamente todas as categorias de ramos que atuam todos os dias da semana: lojistas, áreas de saúde, segurança, alimentação etc.



As propostas de mudanças na lei são para reduzir a jornada máxima de trabalho legal no país. As principais propostas no Congresso Nacional são a PEC 221 do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), de 2019, e a proposta de Erika Hilton (PSOL-SP), que conseguiu o número mínimo de assinaturas (171) para entrar na pauta da Câmara dos Deputados.

É isso!

William Mendes

Instantes da vida (9)



DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA NA PAULISTA (2024)

Aquela quarta-feira foi de preguiça para mim, eu confesso. Estava meio cansado para sair para alguma atividade de mobilização popular.


Depois dos meses de participação nas eleições municipais entre agosto e outubro, no contato com o povo nas imediações dos metrôs, feiras e outros logradouros, pensei em dar um tempo com a política nas ruas.


Nos primeiros anos como dirigente sindical da categoria bancária, eu não tinha ainda a noção real da importância em participar das mobilizações de rua.


Quando havia convocação de toda a direção para participar de atividades políticas nas ruas, íamos todos. Às vezes, as atividades não eram "obrigatórias" e iam as pessoas que desejassem ir.


Com o passar do tempo na representação política da classe trabalhadora fui compreendendo melhor a importância de ocupar as ruas com nossas bandeiras e pautas de lutas.


Nos últimos anos, desde que saí do dia a dia das organizações sindicais nas quais militei por décadas, mantive uma participação militante nas manifestações populares nas ruas.


Foram assim os dias durante as eleições de 2018, depois durante os anos macabros do regime fascista do genocida que ocupou a presidência, e tem sido assim em muitos eventos nos quais tenho agenda livre para ir.


Neste dia 20 de novembro de 2024 fiquei pensando a respeito das pautas identitárias em relação às pautas gerais da classe trabalhadora. O ideal é todos os segmentos militantes participarem tanto das pautas gerais quanto temáticas.


Enfim, fiquei umas quatro horas na atividade do Dia da Consciência Negra. Encontrei amig@s que sempre nos vemos nas ruas, nas lutas.


É isso.

William Mendes