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sexta-feira, 31 de julho de 2026

Férias na Praia Grande (SP)



Colônia dos Professores

Nestas férias de julho, estivemos por uma semana na Colônia de Férias dos Professores de São Paulo (Sinpro), localizada na Praia Grande, na praia de Caiçara.


Revimos amigos e passamos horas agradáveis mais uma vez. Ganhei livros de presente de Marili Santos e seu irmão Sérgio de Carvalho, o box com três peças teatrais da Companhia do Latão é muito especial. Já li O pão e a pedra (2016).


Acabei pegando uma gripe muito forte desde que chegamos à Colônia. Ainda estou me recuperando. Faz parte, somos natureza. 

A gripe estava braba...

O clima variou bastante, pegamos um calorzão e sol gostoso, depois tempo nublado, depois esfriou, e por fim, esquentou de novo. 

Cheflera com chuva...

Mesmo gripado e meio baqueado, fui caminhar na praia alguns dos dias. Não me animei a entrar na piscina.


Como sempre acontece na Colônia, foram instantes de tranquilidade, leitura, sopas e caldos deliciosos, comidinhas com tempero caseiro incríveis e muito bate-papo.


Valeu bastante! Que venham as próximas férias! Já estamos com saudades dos pães com patê e berinjela antes do almoço. 

William

31/07/26

domingo, 14 de junho de 2026

Instantes (1º/05/19): As palmeiras do Calçadão de Osasco



CALÇADÃO DE OSASCO EM 2019

Ao rever fotos antigas, acabei encontrando imagens do antigo Calçadão de Osasco, antes da reforma (deforma) que eliminou as palmeiras que haviam no local.


As fotos são do dia das trabalhadoras e trabalhadores, 1º de maio, cujo ato unificado daquele ano foi realizado pelas centrais sindicais no Vale do Anhangabaú (São Paulo), que por sinal fica pior a cada reforma realizada também.


O Calçadão de Osasco era uma alameda com palmeiras que davam um charme na paisagem central da cidade. 


A reforma foi anunciada prometendo manter as palmeiras e revitalizar a estrutura com pisos permeáveis, equipamentos novos como bancos e áreas para as pessoas transitarem em segurança etc.


Infelizmente, cortaram todas as palmeiras e a reforma colocou no lugar uma estrutura de vidro sem nada de verde na paisagem.


É triste a forma como os governos locais tratam as nossas cidades e o nosso meio ambiente. Ficam as lembranças das palmeiras do Calçadão de Osasco.

William

14/06/26

quinta-feira, 16 de abril de 2026

Instantes (28/01/16) - Pôr do sol em Fernando de Noronha


18h05

PÔR DO SOL

Estivemos por alguns dias em Fernando de Noronha (PE) e o passeio foi marcante pelas paisagens que vimos.

18h06

A ilha é de uma beleza exuberante, inesquecível.

18h07

Fica o registro daquele momento dourado, de fim de dia.

18h18

As fotos foram batidas entre 18h e 18h30.

18h23

O pôr do sol em Fernando de Noronha é único! Ímpar!

18h27

Uma última foto, para nos despedirmos...

18h30

William

16/04/26

sábado, 11 de abril de 2026

Instantes (julho/2017) - Amapá



AMAPÁ, 2017

Estive em Macapá, capital do Amapá, quando era diretor de saúde da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil. A Cassi tinha uma unidade administrativa em cada Estado e uma unidade de atendimento em saúde - CliniCASSI - em todas as capitais para atender à população assistida e executar o modelo de Estratégia de Saúde da Família (ESF).

Nesta visita ao Estado no ano de 2017, participei da 2ª Conferência de Saúde da Cassi, fui palestrante no encontro. Também me reuni com os conselheiros de usuários, com os gestores e funcionários do BB, com os trabalhadores da Cassi e com os dirigentes do Sindicato dos Bancários.

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MARCO ZERO DO EQUADOR


O turista que vai a Macapá não pode deixar de visitar o Marco Zero do Equador. 


É possível colocar os pés em posições tais que a pessoa estará com um pé no Hemisfério Norte e outro no Hemisfério Sul.


Também tem um certo dia do ano nos equinócios em março e setembro que o Sol fica exatamente em cima da linha do equador, igualando dia e noite.


O Marco Zero é um local especial para se ver os equinócios no Brasil.


Vale a pena visitar Macapá e conhecer a cultura do povo amapaense.

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RIO AMAZONAS EM MACAPÁ


A única capital brasileira banhada pelo Rio Amazonas é Macapá.


Estar diante do Rio Amazonas é uma sensação prazerosa.

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FORTALEZA DE SÃO JOSÉ DE MACAPÁ


A estrutura da fortaleza está bem preservada e isso é motivo de se comemorar, pois o Brasil não tem cultura de valorização de sua história.


A fortaleza é imponente e ocupa uma área central na cidade.


A fortificação começou a ser construída em 1764 e por se tratar de uma construção do século XVIII está bastante conservada.


As primeiras reformas datam dos anos quarenta do século XX e a fortaleza foi tombada pelo Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN) em março de 1950.


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SINDICATO DOS BANCÁRIOS


Sede do Sindicato dos Bancários do Amapá, onde sempre fui recebido de forma fraterna pelos companheiros e companheiras cutistas.


A sede do Sindicato tem uma boa estrutura para receber a categoria bancária e demais movimentos políticos e sociais.


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POVO CRIATIVO O AMAPAENSE


Por toda a cidade podemos ver a criatividade do povo amapaense.


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A CASSI E A CLINICASSI AMAPÁ EM 2017


À época, estávamos fortalecendo o modelo de Estratégia de Saúde da Família (ESF), um dos modelos de atenção primária. As equipes de família atuam para vincular os participantes ao modelo, gerando confiança na Cassi e evitando-se idas desnecessárias às redes credenciadas, protegendo os participantes e reduzindo as despesas assistenciais nos prestadores da rede.

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Visitem o Amapá, nosso país é muito diverso, cheio de cultura e história.

William

11/04/26

quarta-feira, 16 de julho de 2025

Instantes da vida (16)



CAIÇARA - PRAIA GRANDE

Poetas já versejaram sobre a suposta beleza e grandeza dos mares, terras e rios dos outros, lembrando que a lagoa ou rio de suas terras são melhores porque são as lagoas e rios das suas terras.


Toda vez que passo uns dias na colônia de férias dos professores na Praia Grande me lembro dessas poesias. 


Já conheci diversas praias e mares pelo Brasil e pelo mundo. Mas a melhor praia é aquela que venho caminhar sempre.


Tem povo com cara de povo, na areia, no mar, no calçadão. Gente como eu e vocês. 


É verdade que o cheiro de xixi e cocô de cachorro é um destaque do calçadão. Mas atire o primeiro toroço quem disser que tem praia no mundo sem pets... São os tempos.


Este cidadão brasileiro tem os seus rios e lagoas... Praia Grande e Parque do Sabiá, em Uberlândia, quando é fora de meu mundo, Osasco.


Nestas férias na Praia Grande caminhei todos os dias pela orla da praia. Até pedras com marcas do passado geológico admirei.

Até breve, Praia Grande!

William 

16/07/25

Quarta-feira 

quarta-feira, 29 de novembro de 2023

Praia dos Carneiros - O Brasil ainda é uma capitania hereditária



Praia dos Carneiros - Pernambuco

Este turista que passeia por uma das paisagens de cartão postal mais conhecidas do Brasil, a Praia dos Carneiros, e que visitou hoje a pequena igreja dos Carneiros ou Capela de São Benedito, não tinha muita noção do quanto a região é um retrato do Brasil que nunca dará certo e nunca será um lugar melhor e mais justo para o povo enquanto as coisas continuarem como são há cinco séculos: um país de poucos donos de tudo.

Como uma construção de 1910 seria
do século XVIII? Ainda não entendi.
São Benedito, o santo negro, é do s. XVI.


Pesquisei um pouco sobre as histórias do município de Tamandaré, da Praia dos Carneiros, da Capela de São Benedito, do Visconde do Rio Formoso e depois da família dos Carneiros (hoje já são outros donos) e de tudo que liga o passado da região a uma história de privilégios, patriarcado, compadrios e exclusão da amplíssima maioria do povo pernambucano e brasileiro do acesso aos direitos básicos da cidadania, uma história de cinco séculos.

Capela de São Benedito, Praia dos Carneiros.


É muito interessante como se dão as narrativas formais e informais da história. Tudo é muito lindo, muito laudatório, não existe crítica alguma ao fato de um cara, uma família, ter ganhado em algum momento uma região que poderia abrigar uma comunidade, uma parte de um Estado, e ninguém acha isso errado, injusto, inaceitável. Um sujeito vira visconde, ganha as terras x ou y e tudo beleza.

Igrejinha da Praia dos Carneiros.


Ao conversar com os habitantes locais, trabalhadores e sobreviventes não proprietários de nada, que vivem de pescar algum marisco, de vender alguma coisa na frente dos restaurantes e hotéis e pousadas, quase sempre afrodescendentes, eles explicam aos turistas que tudo pertence à mesma família, tudo, os restaurantes, os empreendimentos para hospedar turistas, a Capela de São Benedito, tudo é privado! A praia é privada. Tudo é privado.

As marés altas tendem a destruir a igreja.


Um dos vendedores ambulantes, que nos vendeu uma cocada caseira, nos disse que a família dona de tudo é metida na política também, tem gente em tudo quanto é cargo político. Ou seja, neste canto do Brasil, retrato do restante do país, os poucos donos de tudo, são também os inatingíveis pelas leis, são os caras das carteiradas, amigos dos executivos, legislativos e judiciários, das empresas de comunicação locais. São as pessoas de bem (bens). Nada pega contra essa gente privilegiada, porcentagem ínfima de homens brancos que vivem neste país.

Para fotografar o local sem multidão,
só se levantando bem cedo. Fiz isso!


Enfim, esta postagem com as fotos "bonitinhas" da Capela de São Benedito, propriedade privada, igrejinha da Praia dos Carneiros, propriedade privada, acabou sendo uma postagem com alguma crítica, com alguma dissonância das narrativas bonitinhas que contam como tudo é bonitinho por aqui.

Havia outras construções no entorno,
mas o mar consumiu todas elas.


Sem uma mudança radical, popular, de distribuição das propriedades e riquezas do país, desconcentrando a riqueza das mãos de poucas pessoas, nunca teremos um país justo. O Brasil não pode ser um bom lugar para se viver com tanta normalização de privilégios de poucos em prejuízo da quase totalidade do povo brasileiro.

William


Post Scriptum: a postagem anterior sobre Praia dos Carneiros pode ser lida aqui.