quinta-feira, 28 de julho de 2022

Lembranças - Céu de Brasília


Uma das memórias mais doces que carrego comigo do viver em Brasília é a lembrança das mais diversas tonalidades do céu brasiliense. 

Cada dia era uma nova aventura ao olhar para o céu, fosse de manhã, de tarde e até nas noites e madrugadas.

Céu azul com nuvens amarelas.

Me lembro de quando estava me acostumando à rotina de desgaste físico e mental que viveria por quatro anos brigados diariamente na defesa intransigente dos direitos em saúde dos trabalhadores que eu representava.

Nos primeiros meses achei que não aguentaria os quatro anos... mas aí comecei a olhar para o céu de Brasília, comecei a sentir o cheiro da natureza, comecei a ouvir a natureza... e tudo foi se arranjando e eu tive forças para fazer o que tinha que ser feito por quatro anos.

O céu que nos protege...

Os tons variados do céu de Brasília estão para sempre em minha memória. Era como aquele filme dizia em seu nome "O céu que nos protege".

William


PS: fotos de outubro de 2016, da janela de minha casa.

terça-feira, 26 de julho de 2022

Lembranças - Passeio a Brasília (2019)


Em fevereiro de 2019 estive em Brasília a passeio para matar saudades da cidade onde moramos e trabalhei por quatro anos. Registro aqui algumas fotos da região onde vivemos, na Asa Sul, mais especificamente na SQS 110 (Superquadra Sul). 

Durante os anos em que lá estive a trabalho, andei, corri, pedalei e vivenciei aquela natureza única do Planalto Central. Aos domingos e feriados, o Eixão era o meu local de lazer. 

Fauna e flora e o céu de Brasília estarão para sempre guardados em meu coração, em minhas memórias.

Essa paisagem foi a frente
de nossa casa por anos.

O ponto vermelho na Asa Sul
mostra onde moramos.

Nessa alameda, ia à padaria pelas manhãs.
Às vezes, um carcará cruzava meu caminho.

Nessas alamedas, corria nas horas livres.

Ali, fazia exercícios físicos após as corridas.

Outra alameda, visão do Eixão para a W1.

A mesma alameda, visão da W1 para o Eixão.

Pracinha ao lado de casa. Gaviões carcarás
e ipês são alguns atrativos dela.

Alameda em frente da janela de casa.
Era um mar de flores vermelhas de flamboyants.

A frente do condomínio onde morava.
Fazia alongamentos perto daquela grade.

Frente do condomínio onde morava.
Local cheio de pássaros e flores.

Essa é a visão da parte de trás de onde morávamos.
A visão da janela do quarto do filhão, quando vinha nos ver.

Essa alameda desce pro Eixão.
Tem um ipê rosa magnífico nela.

Nessa alameda, se vê do Eixão para a W1.
Quantas vezes passei por ali correndo pra lá e pra cá.

Quando chovia, eu ia para o Eixão correr e era quase
que só eu e alguns pássaros: corujas, quero-queros...

Ali está a empresa pública para a qual dediquei
a melhor fase de minha vida, onde representei o
conjunto dos funcionários da ativa e aposentados.

É isso. Dizem que Brasília é uma cidade que traz emoções e sentimentos intensos às pessoas que lá vivem, ou as pessoas gostam da cidade ou não gostam dela. Eu gostei de Brasília e sempre vou guardar no lado saudoso de minhas memórias os anos que ali vivi.

William


domingo, 24 de julho de 2022

Lembranças - Passeio ao Aquário de São Paulo (2019)


Esse é um dos bichos que
meu filho mais gosta.

No início de janeiro de 2019, ao voltarmos das festas de fim de ano na casa de meus pais em Minas Gerais, estivemos no Aquário de São Paulo, um passeio muito gostoso e que recomendamos para os turistas que vierem à capital paulista e aos moradores da grande São Paulo.


Uma graça esses pinguins.

Os animais são muito bem cuidados, pelo menos é o que aparenta, e o local é agradável para um passeio em família. Na oportunidade, pudemos ver répteis, peixes e alguns animais mamíferos.


Nervosa ou não, a bichinha aí?

Deixo de lembrança algumas fotos que tiramos lá. 


Esse peixe é exótico demais!

É isso!

Um passeio que vale a pena fazer em São Paulo!

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Curiosidades:

Ao ler um pouco sobre alguns animais que vimos no Aquário de São Paulo é possível aprender sobre eles: o peixe-boi é um mamífero aquático (ver vídeo que fizemos aqui); o peixinho que inspirou o personagem Nemo é um peixe-palhaço e a Dory é um peixe cirurgião-patela.


segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022

Lembranças - Palácio Salvo, Montevidéu, Uruguai


Palacio Salvo, Montevidéu, Uruguai.

Ao ver a magnífica construção, a primeira impressão que tive é que ela era um gigante, um daqueles monstros mitológicos que alimentam a imaginação humana.

E de fato, podemos dizer que a coisa é um daqueles gigantes mitológicos criados pela imaginação humana. Esse nosso cérebro de homo sapiens com 86 bilhões de neurônios é uma das coisas mais fantásticas da natureza! Para ele, não há limites, não há impossíveis.

Que obra magnífica!

Inaugurado em 1928, o Palacio Salvo é uma das construções arquitetônicas mais bonitas e impactantes que já vi nas oportunidades que tive ao viajar por aí. Tive a oportunidade também de estar diante de seu irmão gêmeo, o Palacio Barolo, em Buenos Aires.

A acolhida aos turistas já no aeroporto.

Algumas fotos a gente precisa guardar e divulgar também. Essas fotos foram feitas por mim no dia 7 de julho de 2016, numa viagem a passeio.

William Mendes


sábado, 19 de fevereiro de 2022

Lembranças - 1º de Maio de 2017 (DF)

Durante os anos em que trabalhei e morei em Brasília (2014-2018), procurei participar das atividades sindicais e populares convocadas pelas entidades de classe. 

Minha agenda de gestão na Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil era bem intensa, muitas vezes os compromissos da função me tomavam as horas das manhãs, tardes, noites e madrugadas e também finais de semana.

Compareci aos atos do 1º de Maio de 2017 em Brasília e lá encontrei amig@s e companheir@s de jornadas de lutas.

Com o companheiro e amigo Jacy Afonso.

Companheira Erika Kokay fala aos trabalhadores.

Companheira Gleisi Hoffmann
fala aos trabalhadores.

Encontrei outras lideranças do Sindicato dos Bancários de Brasília e das entidades associativas dos bancários como, por exemplo, o companheiro Jair, da Fenae, mas as fotos não ficaram boas. 

É isso! Boas lembranças!

William


segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Lembranças - Macapá (AP)

Marco Zero do Equador, Macapá (AP).

O Amapá é um dos 26 Estados brasileiros. Está localizado na região Norte do país e tem uma característica peculiar: por ele passa a linha do Equador. Outra característica fantástica: sua capital Macapá é banhada pelo Rio Amazonas. Macapá tem apelidos como "Joia rara da Amazônia" e "Capital do meio do mundo". A população do Estado é de cerca de meio milhão de pessoas. 

Rio Amazonas, Macapá (AP).

Cumprimos 3 agendas de saúde no Estado do Amapá ao longo de nosso trabalho de gestor em saúde, entre os anos de 2014 e 2018. A população local vinculada à autogestão em saúde dos funcionários do Banco do Brasil era de aproximadamente 1.400 pessoas em 2017. Nosso mandato eletivo foi pautado por atuar muito próximo às bases sociais que representávamos.

Em 2015, para participar da
1ª Conf. de Saúde da Cassi.


Tivemos a felicidade de contribuir com o apoio necessário para que o Conselho de Usuários da Cassi fosse instalado no Estado em 2015. Outra felicidade que tivemos foi participar das duas primeiras conferências de saúde na autogestão para os amapaenses, em 2015 e 2017. Também pudemos inaugurar a nova sede da Caixa de Assistência no Estado, nas dependências da AABB Amapá.

Unidade Cassi e CliniCassi no Amapá.

As instituições públicas e coletivas e o Estado são muito importantes na vida da ampla maioria dos cidadãos brasileiros, principalmente de regiões como aquela onde se localiza o Amapá. Bancos públicos como o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal poderiam contribuir para o desenvolvimento do Amapá e de sua população em todas as dimensões sociais. 

Fortaleza de S. José de Macapá.

Após o golpe de Estado em 2016, os bancos públicos vêm sendo sucateados e estão perdendo sua capacidade de ajudar os brasileiros (além do risco de privatização), e seus trabalhadores estão sofrendo absurdamente e com isso aumentam os riscos de adoecimento. A drástica redução de direitos sociais afeta mais ainda as populações de Estados como o Amapá.

Marco Zero do Equador, Macapá.

O Sistema Único de Saúde também sofre uma de suas piores crises por causa da redução de recursos que os golpistas aplicaram com a trágica EC 95 (congelamento por 20 anos), aprovada pelos golpistas no mesmo ano em que acabaram com a democracia no Brasil, em 2016.

Uma das torres da Fortaleza de
S. José de Macapá.


É nesse cenário de retrocessos para o povo brasileiro que ocorre uma das maiores tragédias humanitárias no Estado do Amapá desde o dia 3 de novembro de 2020. A população do Estado está sem energia elétrica, sem água, sem comida, e quase sem a solidariedade das autoridades competentes. Felizmente contam com os técnicos da Eletrobras para tentar retomarem a normalidade na distribuição de energia.

Maquete da Fortaleza de S. José, um dos
cartões postais de Macapá (AP).

Em pleno século XXI, um apagão já dura mais de 3 semanas e o problema não é resolvido por omissão do governo federal, o pior do planeta, e porque a distribuição de energia elétrica foi privatizada e as consequências são aquelas que nós já conhecemos: os lucros ficam com os felizardos que ganharam a coisa pública e os prejuízos ficam para o povo.

Pôr do sol no Rio Amazonas,
em Macapá, Amapá.


Deixo aqui a minha solidariedade a toda população amapaense, em especial aos colegas da comunidade Banco do Brasil, comunidade a qual pertencemos e que dedicamos boa parte de nossa vida na organização e luta por direitos e por uma vida melhor. Todo apoio aos movimentos e entidades representativas de trabalhadores, como sindicatos, associações e o Conselho de Usuários da Cassi.

Sede do Sindicato dos Bancários do Amapá.

Estamos na torcida para que tudo se resolva o mais brevemente possível e que as brasileiras e brasileiros do Amapá voltem a receber a energia elétrica e apoio do Estado, apoio tanto financeiro quanto estrutural.

William

23/11/20

sábado, 21 de novembro de 2020

Lembranças - Porto Alegre (RS)


Vista panorâmica de Porto Alegre.

Em 30 de julho de 2014 estive em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, para participar da reunião do Conselho de Usuários da Cassi, um fórum de saúde voluntário de pessoas vinculadas ao funcionalismo do Banco do Brasil, conselheir@s que dedicam parte de suas disponibilidades de tempo em benefício das causas coletivas de saúde. Uma escola de solidariedade.

Catedral Metropolitana de Porto Alegre.

Na época, eu recém começava um mandato eletivo de diretor de saúde da maior autogestão do país, a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil. Eu tinha um compromisso com os associados da ativa e aposentados e trabalhadores do banco: fazer um mandato muito próximo às bases. Fortalecer os Conselhos de Usuários era uma das diretrizes da área pela qual eu era responsável.

Porto Alegre me lembrou a selva de pedra paulistana.

Cumpri esse princípio de não me afastar dos trabalhadores e de suas entidades representativas rigorosamente ao longo de 4 anos. Isso me custou muito porque tentaram me impedir durante os mesmos 4 anos, mas estive com os participantes da Cassi durante todo o mandato. São boas lembranças.


Guardo boas lembranças dos trabalhadores de Porto Alegre e região. Neste momento de eleições municipais, torço para que o povo tenha consciência política e eleja Manuela d'Ávila prefeita em 2020. Boa sorte, Manu!

William